Água hospitaliza 25% da população mundial

Mais de 3 milhões de pessoas morrem, anualmente, no mundo, por ingerirem água imprópria para o consumo.

A água, apesar de ser o símbolo da limpeza e da saúde, é também a causa de uma em cada quatro moléstias do mundo. Como um dado mais recente, devemos considerar o estudo feito pela Secretaria Nacional de Saneamento que concluiu que 65% das internações realizadas em todo o BRASIL foram de doentes, cujas enfermidades foram contraídas através de água de má qualidade.
A dramaticidade desse quadro fica evidente quando a Orga-nização Mundial de Saúde divulga, com alarme, a estatística de que, em todo o mundo, estas internações somam 25% dos leitos. O problema aumenta, pro-porcionalmente de acordo com o crescimento da população, da sua desinformação e na consequente insuficiência da educação sanitária, atingindo a todos, sem distinção de classe social, credo ou raça. Por isso, cada vez mais, se faz necessário garantir que a água, a ser consumida, esteja

corretamente clorada, pois somente a presença constante do cloro na água funciona como um permanente bactericida, protegendo-a, imediatamente, contra qualquer contaminação por microorganismos, mesmo que esta ocorra posterior a sua aplicação.

CLORAÇÃO

Ao contrário de qualquer outra forma doméstica de purificação da água, como por exemplo a fervura, filtração ou ozonização, a cloração adequada é a única que continua eliminando microorganismos, que podem recontaminar uma água já purificada. Como no mercado existem várias opções de compostos clorados, que vão desde os hipocloritos de sódio ou cálcio  até as práticas apresentações de Dicloro Isocianurato de Sódio-Clorin, é injustificável que a população continue a se expor ou participar dessa triste estatística.

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